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Da história da Torre de Babel podemos apreender importantes princípios relacionados à concretização de objectivos. Quando aqueles homens, que estavam em rebelião contra Deus, decidiram edificar uma cidade e uma torre cujo topo chegasse até os céus, Deus fez o seguinte comentário: “…agora não haverá restrição para tudo que intentam fazer” (Gn.11:6b). Ao lermos o início do versículo, podemos compreender por qual motivo Deus fez essa afirmação. O facto era que eles estavam a viver dois poderosos princípios, que realmente os levariam a concretizar os seus intentos: “E o Senhor disse: Eis que o povo é um, e todos têm a mesma linguagem. Isto é apenas o começo; …” (Gn.11:6a).
O primeiro princípio é o da unidade de propósito: “Eis que o povo é um…” (Gn.11:6).
Um grupo torna-se mais forte quando as pessoas que o compõem decidem perseguir os mesmos propósitos. A unidade de propósito é um requisito para o bom desempenho de um grupo. As pessoas que não compartilham dos propósitos comuns do grupo, têm a habilidade de enfraquecê-lo. Por outro lado, quando as pessoas se unem em função de um mesmo propósito estão assim a alinhar as condições para o sucesso do grupo.
O segundo princípio é o da unidade de linguagem: “…e todos têm a mesma linguagem” (Gn.11:6).
A unidade de propósito é fortalecida quando o grupo aprende a falar a mesma “língua”. Muitas vezes a obra de Deus não prospera porque as pessoas têm o mesmo propósito mas não têm a mesma linguagem, ou seja, cada um quer fazer as coisas à sua própria maneira. Ter a mesma “linguagem” é estar em harmonia com a maneira de trabalhar que o grupo adoptou. A unidade de linguagem também é um requisito para as grandes conquistas.
Observe, na primeira epístola aos Coríntios, como o apóstolo Paulo também valorizava a unidade de linguagem. E, para além da linguagem, ele ainda mencionou a importância de termos a mesma disposição mental e o mesmo parecer:
“Rogo-vos, irmãos, pelo nome de nosso Senhor Jesus Cristo, que faleis todos a mesma coisa e que não haja entre vós divisões; antes, sejais inteiramente unidos, na mesma disposição mental e no mesmo parecer” (I Co.1:10).
O crescimento saudável da igreja é proporcionado por pessoas que estão unidas no mesmo propósito e na mesma linguagem. Não há limites para uma igreja que vive estes dois princípios. Em período de campanha todos os grupos de vida estão unidos em função de um mesmo propósito e usando uma mesma linguagem. Desta forma submetemos tudo ao dirigir do Espírito Santo de Deus.
Contamos contigo!
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